Archive for maio, 2011

Quer namorar comigo?

Posted 30 mai 2011 — by Sabrina Mix
Category Blog

É comovente assistir, no final das tardes de domingo, ao programa Quer Namorar Comigo?, no SBT. E curioso: qual a razão que faz uma pessoa se arriscar a ouvir um não diante dos amigos, da família, dos vizinhos? Ser rejeitado entre quatro paredes já é duro; imagine ao vivo, e em cores, com o Brasil como testemunha, que situação.

São geralmente pessoas simples, que perguntam diante das câmeras, com ingenuidade (e com o Silvio Santos ao lado): “quer namorar comigo?” Câmeras, holofotes, plateia, menos romântico, impossível. Você teria essa coragem?

Porque é preciso coragem. Nas festas mais elegantes, entre pessoas inteligenres e sofisticadas – e com um uísque na mão, o que sempre ajuda -, é sempre um jogo complicado de querer-fingindo não querer, telefona-some, mostra interesse-desaparece. Ninguém se arrisca, com medo da rejeição, e as coisas tomam às vezes rumos tão complicados e difíceis de entender, que frequentem ente o resultado é nenhum; anos depois você pode até ouvir a frase “naquela época eu estava tão apaixonado por você”, e desmaiar de surpresa. São difíceis esses começos.

Já te aconteceu, claro, depois de ser vista com a mesma pessoa algumas vezes, ouvir a pergunta “vocês estão namorando?” e não saber o que responder. A vontade é dizer “pergunte a ele e venha me contar correndo”. E quando querem saber o que você vai fazer no Ano-Novo ou Carnaval e o outro ainda não falou sobre o assunto, responde o quê? Você pensa “vou esperar até dois dias antes, e se ele não falar nada, vou ver onde posso me encaixar”, mas como o mundo não comporta ranta sinceridade, o remédio é disfarçar, dizer que ainda está resolvendo. Nem providenciar um belo vestido você pode, e se dá tudo errado? Dá uma vontade louca de perguntar “afinal, estamos namorando ou não?” mas e a coragem?

Os amigos ficam exaustos de tanto ouvir as mesmas indagações. “Será quê? mas quando ele disse (ou deixou de dizer), será que não estava querendo dizer exatamente o contrário?” E as desculpas: “é que ele é inseguro (ou carente, ou culpado, ou neurótico)”. Todas são boas, ótimas, mas não chegam ao ponto. Uma encrenca lidar com pessoas; bichos e vegetais são mais previsíveis, mas será que vale a pena se apaixonar por um tomate?

Sentimentos são contraditórios, e por medo as pessoas têm medo de dizer o que estão pensando, o que estão sentindo. Quantas vezes você disse não, quando tudo que queria era dizer sim? Quantas vezes deixou de aceitar um convite para que ele não pensasse que você estava disponível demais? Ou recebeu com ar de tédio aquela proposta de um programa maravilhoso, só para não mostrar o quanto ficou feliz, o que poderia dar a ele segurança demais (o que ficou combinado que não pode, entre namorados).

Mas um dia você, homem, pode fazer tudo diferente; quando encontrar uma mulher que te interesse de verdade, mas muito mesmo, no lugar de fazer o jogo de sempre, seja original. Olhe nos olhos dela e pergunte: “quer namorar comigo?” Ela vai ficar desarmada diante de tanta sinceridade, e no mínimo vai achar que você é um homem diferente. Você também pode ouvir um não, claro, mas isso não mata ninguém: mais um, menos um.

Mas e se der certo? Já pensou, um namoro sincero, sem truques, espertezas, vitórias, derrotas? não é tudo o que se pode querer?

Texto de Danuza Leão
Imagem daqui

Ellizinha’s Scrap & Art #sorteio

Posted 29 mai 2011 — by Sabrina Mix
Category Scrap

Gente, se tem duas coisas que eu gosto são poás e cor de rosa. Combinados com preto e branco então fica uma combinação apaixonante.

Por isso que quando vi este organizador que a Ellizinha está sorteando no blog dela, meu coração bateu mais forte.

Para concorrer a este organizador e a um kit super incrível de materiais de scrap, basta seguir as regrinhas aqui.

BEIJOS E SUCESSO!!!

Ana Bananna #sorteio

Posted 22 mai 2011 — by Sabrina Mix
Category Scrap

Oi, pessoal!

Ainda estou organizando meu scrap canto e simplesmente está ficando um brinco. Logo logo posto algumas fotos para vocês verem.

E quando esta promoção abaixo, meu coração simplesmente bateu mais forte.

Quem quiser concorrer a este lindo organizador de carimbos basta cumprir as regrinhas aqui e cruzar os dedinhos.  O sorteio será realizado no dia 30/07.

Começar de novo

Posted 16 mai 2011 — by Sabrina Mix
Category Light

Oi, pessoal!

Estou recomeçando hoje meus cuidados comigo mesma. Já acordei cedo e estou reprogramando meus horários e tarefas.

Semana retrasada estava tudo indo bem, mas na sexta-feira tive uma reação alérgica fortísima e só fui melhorar (mais ou menos) na segunda. Mas bateu um desânimo que me fez sair da linha a semana quase toda. Comendo desembestadamente e fazendo exercícios apenas duas vezes na semana, eu não poderia esperar por outro resultado: 600g a mais.

Felizmente não foi mais, mas não posso fazer de conta que não foi nada. Agora é correr atrás do prejuízo e batalhar para eliminar esses 600g e alguma coisinha a mais esta semana.

Também estou dando início hoje ao Projeto PERDAS E GANHOS (ideia da Cristina). Vou fazer minha pesagem um dia depois do dela (porque meu dia oficial de pesagem é segunda-feira), mas o restante é tido igualzinho.

Bom, estou bem mais animada e realmente retomando o ritmo que eu estava imprimindo a esta minha caminhada.

Todo mundo é viciado

Posted 12 mai 2011 — by Sabrina Mix
Category Light

Todo mundo que depende de alguma coisa para viver é um viciado, certo? Menos os que fazem parte daquela turma saudável que tem horror ao cigarro e se acha um ser superior por não ter nenhum vício; mas será mesmo?

Faz parte de sua rotina acordar, abrir a geladeira e pegar o de-li-ci-o-so suco de laranja, cenoura, beterraba e mel que a empregada acabou de fazer; mas segunda-feira é o dia em que ficou combinado que ela ou chega tarde ou não chega porque ficou doente.

Furioso, ele – que não tem vício nenhum – desce e ruma, desatinado, para uma loja de sucos. E ai de quem ousar encontrar qualquer semelhança entre esse ser saudável e aquele verme dependente de nicotina que sai de madrugada procurando desesperadamente um botequim para comprar um maço de cigarros. Nada a ver, é claro.

Tomar vários cafezinhos durante o dia, o sagrado chope na saída do escritório e três caipirinhas antes da feijoada de sábado são considerados vícios, porque fazem mal à saúde. Mas existem milhares de coisas saudabilíssimas tão viciantes quanto qualquer droga pesada.

Correr na praia de manhã, escovar os dentes depois do almoço, chegar em casa e ir direto para o chuveiro, entrar no carro e ligar o rádio não são vícios, por acaso? Fora o maior de todos: a televisão.

Existe gente que chega em casa e antes de tirar o paletó já liga a TV; as teclas do controle remoto já estão gastas de tanto trocar de canal, e onde encontram coragem para desligar a máquina? Para evitar essa dor foi inventada a tecla timer, assim a televisão se apaga sozinha em noventa minutos, quando já estiver dormindo. Isso é que é amor – e vício.

Existem dois tipos de homem: aqueles que não podem passar um dia sem transar e os que não podem passar um dia sem transar várias vezes.

Como o dia tem só vinte e quatro horas e oito são dedicadas ao trabalho, sete ao sono, duas às refeições, pelo menos uma aos jornais e à televisão, uma no trânsito e umas duas no bar contando que não pode passar nenhum dia sem transar, fica apenas uma dúvida: o vício é a transa ou falar da transa?

Comentar sobre as riquezas das pessoas – não importa de quem – também é uma mania. Existe gente que delira quando fala sobre o gângster (ou seria um produtor de cinema?) que acendia o charuto com notas de cem dólares ou do sultão de Brunei que tem uma Rolls em que todas as peças de metal são de ouro, mesmo que tenham sabido dessas histórias apenas pelas revistas. Vício por vício, são exatamente iguais aos que só se sentem felizes quando falam de tristezas e tragédias.

Uma boa doença é um prato saboroso e inesgotável, e para os que têm algum conhecimento de medicina aí é a sopa no mel: com verdadeira volúpia contam o resultado do exame de sangue de um, da hipertensão do outro e adoram intuir, achando que a coisa pode ser muito mais grave do que estão dizendo – ela conhece, já teve um amigo que ninguém poderia imaginar, casado, com filhos – e por aí vai.

Existem os viciados em fazer análise e estão há trinta anos contando as mesmas histórias para o mesmo analista – coitadinho dele -, e os que têm tudo para ser felizes, mas passam o tempo procurando e encontrando razões para se queixar da vida.

Todos temos nossos vícios; os que fazem mal à saúde – e nesses os amigos, a família e até o governo se metem – e os que são altamente considerados por toda a sociedade, como trabalhar à noite e nos fins de semana ou se sacrificar por alguma causa – esses, louvados em prosa e verso.

Será que vício se escolhe? Pois então tente se viciar em alegria: ela não intoxica nem faz mal à saúde e usada em altas doses é capaz até de mudar o mundo, mas cuidado: pessoas alegres não costumam ser levadas a sério. Por isso, quando estiver com um certo tipo de gente, fique sério e mostre-se extremamente preocupado com a situação em geral.

E não se surpreenda se for promovido e tiver seu salário aumentado. Tem gente que acredita em gente que faz cara de séria, e esse também é um vício – e dos piores.

Texto de Danuza Leão
Imagem daqui

Amor de mãe

Posted 08 mai 2011 — by Sabrina Mix
Category Blog

A primeira coisa que se espera de um amor é que ele dure para sempre. Com ou sem casamento – de preferência com -, num amor de verdade se colocam todas as fichas para que ele seja, no mínimo, eterno.

Mas existe um tipo de amor que já nasce predestinado à separação: é o amor de uma mãe por um filho. Elas sabem que um dia ele vai se apaixonar por uma mulher com a qual terão não só de conviver como de gostar – por amor a ele. Faz sentido? Claro que não.

Durante anos, a figura mais importante da vida de um menino é a mãe; se fosse possível, ele gostaria que ela jamais saísse de perto, dia e noite, só tendo olhos para ele.

Só que o tempo passa, as coisas mudam, um dia aparece a primeira namorada, e a mãe – aquela que era a única sobre a terra – passa a ocupar um lugar secundário na escala de afetos do seu amado filho.

Se o namoro está indo bem, ele não pára em casa e mal tem tempo de trocar um alô – conversar, nem pensar. Se o namoro vai mal, pior ainda: ele se tranca no quarto e não quer saber de falar com ninguém, muito menos com ela, a mãe, a culpada, já que desde o primeiro dia foi contra o namoro (contra esse e contra todos, aliás).

Morta de ciúmes, a mãe observa como ele trata bem a namorada – todas elas; é para ela o melhor pedaço da galinha, a última empadinha da travessa, a cereja do bolo e, se a mãe se distrair, ele pede, com olhos doces, aquele brinco de pérola verdadeira que ela ganhou quando fez quinze anos para dar à sua eleita. E o pior: ela é bem capaz de dar. A cada atenção do filho para com a namorada, a cada “meu amor”, a mãe sente uma punhalada no coração, mas tem de sorrir e fingir que está muito feliz. Francamente, amor de mãe é normal?

Todo filho, quando fala ao telefone com a mãe, termina sempre com um pequeno comentário do tipo “ai, como minha mãe fala” – a não ser que seja um assunto do interesse dele, claro. Você já ouviu falar de algum que tenha ido a um restaurante novo, comido uma coisa bem gostosa e dito “vou trazer minha mãe aqui, ela vai adorar”? Se dissesse, iria até pegar mal com os companheiros de mesa; mas isso se dissesse, o que nunca aconteceu na história da civilização.

As mães são delirantes e, quando estão em crise – e sempre estão -, pensam nas coisas mais absurdas, como por exemplo: se estivessem no Titanic e, no bote salva-vidas, só coubessem duas pessoas, é claro que ele salvaria a namorada e a deixaria morrer afogada. Essa mãe, no dia de uma grande briga – por ciúmes, claro -, disse ao filho que tinha certeza de que ele faria isso; ele ouviu estarrecido, mas não foi capaz de negar. Sinal evidente de que ela tinha razão.

Mas sejamos justas: alguns filhos são bem legais e às vezes telefonam para perguntar se podem aparecer para jantar. A mãe fica toda feliz, manda fazer aquele prato que ele adora e, no fundo, lá no fundo do coração, pensa, já animada: “Será que eles brigaram?” Afinal, no meio da semana, ele ir jantar sozinho deve querer dizer alguma coisa. Bota um vestido bem bonito, se arruma do jeito que sabe que ele gosta, mas não recebe um só elogio. E filho por acaso elogia mãe?

Ela oferece um drinque, ele prefere uma Coca-Cola, janta com a cabeça nas nuvens e, minutos depois do café, o celular toca. É ela, a outra, dizendo que o chá-de-bebê acabou e que ele já pode ir buscá-la.

O mundo é mesmo muito cruel.

Texto de Danuza Leão
Imagem daqui

Julie Prichard e Chris Cozen #sorteio

Posted 04 mai 2011 — by Sabrina Mix
Category Scrap

Aulas online são tudo de bom, né?! A gente assiste no conforto do nosso lar e pode voltar e repetir tudinho aquilo que não entendeu.

E imagine receber um crédito para todos as aulas online de duas designers super talentosas por toda a vida! É muita emoção, não é?!

Vejam mais detalhes no vídeo abaixo.

As regrinhas para concorrer estão aqui.