Archive for março, 2011

Um homem honrado

Posted 29 mar 2011 — by Sabrina Mix
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“Quando será, só Deus é Quem sabe. Se quiser me levar, Ele não precisa de câncer para isso. Se Ele não quiser que eu vá, não há câncer que me leve.”

(José Alencar)

Instruções para deslumbrados

Posted 28 mar 2011 — by Sabrina Mix
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Imagem daqui

Eles são deslumbrados e querem ascender socialmente. Que gente é essa? O que pensa da vida? Quais os sonhos dessa raça tão especial?

Eles adoram sempre estar perto de gente rica. Rica e famosa, é claro. Ficam íntimos, ouvem os problemas, quebram pequenos galhos, fazem qualquer coisa, para gozar do privilégio de conviver com essas pessoas. Ser convidado para um fim-de-semana na fazenda ou na ilha, por exemplo, é a glória total. Se o convite der direito a carona de helicóptero ou jatinho, aí nosso deslumbrado morre, literalmente, de tanta felicidade. Mesmo tendo pavor de voar, ele supera, pelo orgulho de estar próximo a pessoas tão poderosas. Para contar depois, é lógico.
Escolher com quem pode/deve ser visto, é muito, muito importante. Amigos da vida toda, mas sem nenhuma expressão social devem ser evitados. Não estou falando de cortar relações, imagina. Mas nosso amigo deve tomar cuidado e não se mostrar em público com gente sem expressão, anônima. Se for mesmo preciso encontrá-Ias, deve escolher um restaurante simpatiquinho mas que não costuma ser frequentado por ninguém ‘conhecido’. Importante, essa palavra. Como se sabe, o mundo se divide entre pessoas ‘conhecidas’ e as ‘não-conhecidas’, deu para entender? Mas se o amigo, apesar de obscuro, for dono de 50 mil cabeças de gado, 300 cavalos árabes e 3 jatinhos (para percorrer suas 38 fazendas), mesmo fazendo parte da turma dos ‘não-conhecidos’, vão poder ser vistos juntos, sem problema. E afinal, ninguém vai sair pelo pasto contando se são mesmo 50 mil bois ou 500.

No início da carreira (é uma carreira, sim, e deve ser levada a sério), deve aceitar todos os convites. Inauguração de churrascaria, caipiródromo, lançamento de um novo desodorante. Mas à medida que o prestígio social for subindo, deve ir se tornando mais difícil. Não deixe que aquela velha amiga que está lançando um livro (sem nenhuma repercussão) desvie você do caminho traçado.

Não vá, simplesmente não vá. A vida é coisa séria, e sentimentalismos não levam a nada. A nada que interesse, bem entendido.

Leia com atenção todos os jornais, para saber do movimento social da cidade. Uma socialite vai festejar seu aniversário no restaurante ‘xis’? Mesmo sozinho, dê uma passada, tome um drinque no bar, fale ao telefone. Mas nunca a um celular, a não ser que esteja em BrasÍlia (nesse caso, deve levar dois). Não perca um enterro de gente famosa. Como para velórios não se precisa de convite, vá cedo, faça uma cara compungida e fique até o fim. Vão achar que era íntimo do morto, e isso pode ser muito útil, no futuro.

Se ouviu falar que aquele casal chiquérrimo, que jamais tomou conhecimento de sua existência, está indo passar um mês em Paris, esta é a oportunidade. Banque uma primeira classe e reserve para a mesma data. E não me venha com pobrezas, o preço etc. Considere isto um investimento e fique no mesmo hotel, se possível. Estando sem cacife, vá para um mais modesto (mas que seja próximo). Investigue os restaurantes que eles frequentam, a que horas saem de manhã etc. Esteja sempre por perto. Com habilidade, pode surgir a oportunidade de combinarem um jantar. Escolha um bistrô maravilhoso, que só os franceses conhecem, e pague a conta. Com isso, você força uma retribuição, e depois de jantarem duas vezes, se não ficarem Íntimos, é porque você é mesmo muito incompetente.

Você está indo bem. Mas falta uma coisa importantíssima: começar a ser chamado, nas colunas, de “o internacional Fulano de Tal”. E o que é preciso, para esta glória suprema? Simples.

Quando chegar um estrangeiro famoso, grude nele. Seja guia turístico, motorista, confidente; vá marcar a passagem, consiga convites (boca-livre, eles adoram). Leve à macumba, descole um passeio de lancha, providencie para que não falte nada para a felicidade dele (e quando eu digo nada, estou dizendo nada mesmo). Com isso, você vai conseguir, quando viajar, que ele conceda a honra de jantar com você uma vez – a seu convite, é claro. Quando voltar, você conta pra todo mundo e exagera um pouco.

Você conseguiu. A partir de agora, você passa a ser conhecido como “o internacional Fulano de Tal”, digno da admiração e da inveja de todos. Você é, apenas, o máximo.

Texto de Danuza Leão

Os 10 mandamentos do inverno 2011 @riachuelo

Posted 24 mar 2011 — by Sabrina Mix
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Recebi por e-mail, achei interessante e estou repassando.

O Desafio acabou… Viva o Desafio!

Posted 21 mar 2011 — by Sabrina Mix
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Oi, pessoal!

Hoje chega ao fim mais um dos desafios light a que me propus participar: o Desafio de Outono.

Foram 3 meses e meio entre altos e baixos e consegui emagrecer apenas 800g. Não vou ficar com hipocrisia e dizer que estou feliz porque pelo menos não engordei. Na verdade, estou MUITO triste com meu desempenho. Ao longo desses meses, me descuidei e agora estou com 73,8kg (quase esbarrando nos 75kg – meu peso máximo).

Me esqueci de mim, me deixei de lado, me tornei irreconhecível. E, pior, estava em um estado que não conseguia sair deste ciclo vicioso. Era só mais pra baixo e pra baixo e pra baixo.

As coisas ainda não mudaram completamente, mas já me sinto bem melhor. Voltei a passar meus cremes e me maquiar diariamente (apesar de ainda não ter arriscado nenhuma produção mais caprichada, como as que eu quero aprender a fazer). Já consigo me reconhecer e estou mais animada.

Não sei dizer o que me fez ter este estalo, mas posso afirmar que o apoio do meu namorado e da minha mãe foram fundamentais neste momento. Eles nunca desistiram de mim e eu sempre quis ser melhor para agradá-los.

Mas bem, então deixem-me contar uma novidade novidadeira: criei um desafio com uma amiga. Ela quer perder 8kg e eu estou precisando/querendo perder (pelo menos) 10kg. Ela é morena, eu sou loira. Diante disso, lembrei-me de duas celebridades que recentemente perderam bastante peso e estão lindas, desfilando corpos esbeltos por aí.  São elas:

Então está lançado nosso Desafio Pessoal Hudson x Osbourne. Estipulamos 100 dias para alcançar as nossas metas ou então teremos que pagar a “prenda” de R$ 100 para a outra. Eu não quero perder R$ 100, então vou perder peso. Isso, sim!

Ah, e hoje também começa o Projeto 2011 no blog da Giovana. Estou participando e quero cumprir direitinho. Chega de palhaçada!

A ditadura da música ambiente

Posted 21 mar 2011 — by Sabrina Mix
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Imagem daqui

Chato. Muuuito chato! Talvez isto seja um delírio de quem trabalha com música, mas só queria comprar meia dúzia de cuecas e tive de passar por um constrangimento sonoro. É que a loja tinha um som muito alto; tipo balada “tecneira”. No começo dessa febre, perguntava se estava acontecendo algum evento na loja, meio que tirando uma da situação. Hoje, descobri um jeitinho mais eficiente. Você entra na loja e começa a falar baixinho com o vendedor e vai cada vez mais diminuindo o tom da voz. Começa a ficar nítido que aquela “música ambiente” é desnecessária.

Parece que o som é alto assim pra você não conseguir raciocinar e comprar, comprar, comprar, sem pensar, sabe. Tem uma loja de mochilas na Rua Augusta que atravesso a rua quando passo em frente. O volume do som virou antipropaganda. E não paaara por aííí (com voz de locutor de liquidação). No meu prédio, é raro encontrar um momento na academia de ginástica no qual não tenha alguém monopolizando o ambiente com sua música preferida. Não seria mais agradável se cada um usasse o seu fone de ouvido com sua música preferida num lugar coletivo como a sala de ginástica do seu prédio?

Bom, falando em fone de ouvido, no ônibus, agora, é normal o cidadão ligar a rádio no celular, sem fone, ou com o fone tão alto que você consegue saber o que ele está ouvindo a poltronas de distância. Isso, porque existe uma Lei Municipal (em São Paulo) que proíbe o uso de aparelhos sonoros dentro do coletivo, veja bem, COLETIVO. Deve ter uma razão, né?

Se você ainda acha que é paranóia minha, o que dizer daqueles que sonham em comprar uma chacrinha no interior, pra ter sossego no fim de semana e, depois que conseguem, o vizinho ao lado resolve alugar a chácara dele para um bando de mal educados fazerem churrasco no fim de semana, botando o som no talo pra todo mundo ouvir? Nesse quesito, os moradores da praia de Itamambuca, em Ubatuba, acertaram e conseguiram aprovar uma lei que proíbe som alto em carros ou casas, em qualquer circunstância, qualquer horário. Porque esse lance de “até as 22 horas” dá uma brecha danada pros “sem noção” fazerem o que quiserem com seu ouvido.

Por enquanto, tô fazendo reclamação. Agora, vamos para a reflexão: se a gente olhar pra trás, menos de 100 anos, vai, quem é que tinha o privilégio de ouvir música, antes do advento da vitrola, do rádio, dos aparelhos em geral? Já pensou nisso? Quem é que podia ouvir música? Claro, o cara que estava perto de alguém que tocava música. Tocava, quero dizer, executava um instrumento, ou usava a própria voz. Porque hoje, até esse verbo é empregado para outras situações. Dia desses, estava numa rodinha de músicos e ouço o seguinte diálogo:

– Ah, eu também toco.
– Ah é, toca o quê?
– Meeeu, eu toco anos oiteeeenta! (entendeu, né?).

Tudo bem, sem tirar o mérito dos talentosos DJs e turntablists, mas e os casamentos, hein…? Meu pai e eu agora só ficamos até o prato principal nas festas de casamento.

Na hora em que começam a distribuir os “oclinhos” e soltam Staying Alive dos Bee Gees em máximo volume, a gente desce pra área dos chazinhos e bem casados. A gente aprendeu a se adequar à situação, mas ainda pergunto: Por que tão alto? Não podia ser num volume que desse para chacoalhar o esqueleto e conversar ao mesmo tempo?

Aliás, conversar e ouvir música ao mesmo tempo é uma coisa que não dá para entender. Não…dá sim. Ou o cara não tá ouvindo a conversa, ou não tá ouvindo a música. Aí vem aquela desculpa de que é música ambiente. Acho que foi o Chico Buarque quem disse algo excelente sobre isso: “Música ambiente? Se a música é boa, é pra ouvir, se é ruim, porque está tocando?”. Isso é mais sério do que parece. Vou tentar comparar a música com outra modalidade artística, o teatro.

Imagine você chegando numa padaria, dessas que têm buffet à vontade, oito televisores e ainda o som de uma rádio FM qualquer, tudo ao mesmo tempo agora. Aí, de repente, entra um grupo de teatro entre as mesas e começa a encenar Hamlet, ou qualquer outro espetáculo. Meio esquisito, não? Mas com música, pode. Começo a pensar que a prática da chamada música ambiente é que levou a música ao status de “ah, é só uma musiquinha pra animar”. E, hoje, para um músico apresentar seu trabalho com as pessoas realmente prestando atenção, só mesmo num auditório fechado, com todas as instruções bem esclarecidas antes do início do espetáculo.
“Ponha-se daqui pra fora. Já!”

Eu mesmo comecei uma temporada com meu organ trio, o Hammond Grooves, no Bar do Terraço Italia, em São Paulo. Vou contar rapidinho. A ideia do pessoal lá é renovar o ambiente deste clássico paulistano, trazendo uma plateia que quer ouvir música curtindo a paisagem que já é cartão postal da cidade. Já fizemos cinco quartas-feiras e, ainda assim, mesmo com as hostess e o apresentador pedindo silêncio, ainda tem gente que insiste em conversar durante o show. Mas descobri que posso fazer igualzinho faço com os vendedores em loja que tem som muito alto. Em vez de descer a mão nos instrumentos, cada vez que algum grupinho começa a conversar, a gente diminui o toque da banda, o volume vai baixando e a conversa fora de hora começa a ficar realmente constrangedora.

Pode ser um delírio de quem trabalha com música, mas comece a prestar atenção no seu dia e veja: em quantos momentos a música está presente realmente para ser apreciada, ou só para “dar uma animadinha”. Papo cabeça? Pense nisso.

DANIEL DAIBEM é músico, apresentador do programa Sala dos Professores, da Eldorado FM, e guitarrista da Hammond Grooves

Texto extraído da Revista da Cultura

Dois home offices

Posted 17 mar 2011 — by Sabrina Mix
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Dois ambientes super diferentes, mas igualmente acolhedores.

Um bem feminino e moderno…

Imagem daqui

Outro mais clean e aproveitando bem um cantinho de trabalho.

Imagem daqui

Qual deles vocês gostaram mais?

MIRELA Scrap Life #sorteio

Posted 14 mar 2011 — by Sabrina Mix
Category Scrap

Oi, pessoal!

Quem não gosta de ganhar várias coisinhas fofas para incrementar nossos trabalhos? Eu adoro!

Quem quiser concorrer ao kitão acima, é só seguir as regrinhas aqui.

Paper Blue Scrapbooking #sorteio

Posted 13 mar 2011 — by Sabrina Mix
Category Scrap

Oi, pessoal!

Este sorteio ainda não tem data para acontecer, mas é bom já ir se inscrevendo logo, né?!

As regrinhas você encontra aqui.

Parar de pensar

Posted 12 mar 2011 — by Sabrina Mix
Category Blog

Você encontra uma lâmpada mágica no meio do deserto, dá uma esfregadinha e de dentro sai um gênio meio afetado, que concede a você a realização de um desejo. Humm… Você pediria um segundinho pra pensar? Eu não pensaria um segundo. Aliás, o meu desejo seria justamente este: por bem mais que um segundo, digamos por dois dias, gostaria de parar de pensar. Parar totalmente de pensar. Ué, Saramago escreveu sobre um lugar em que as pessoas paravam de morrer. Salve a ficção, a casa de todos os delírios. Que tal, temporariamente, parar de pensar?

Eu acordaria e não pensaria em nada. Sendo assim, voltaria a dormir, sem mais despertar todo dia às seis da manhã, como sempre faço, pensando em mil tranqueiras e coisas a providenciar. Mas parar de pensar não impede a fome, então uma hora eu teria que levantar da cama e ir pra mesa – quem decidiu o cardápio? Aleluia, eu é que não fui. Não penso mais nessas coisas.

Abro o jornal, leio todas as matérias e não me ocorre nenhum pensamento tipo: “É pro bolso destes malandros que vai meu imposto”, “Não acredito que fizeram isso com uma criança” ou “Caramba, como fui perder este show?”. Eu não penso, portanto, não sofro.

Passo por um espelho e não dou a mínima para o que vejo. Espinhas, olheiras, cabelo fora de moda, danem-se. Moda, falei em moda? Era só o que me faltava ocupar meu cérebro com essas trivialidades.

Tudo vazio lá dentro, um descampado, um silêncio, o paraíso.

Você não pensa mais em como aumentar sua renda mensal, em como fazer seus filhos comerem melhor, em como arranjar tempo para deixar o carro na revisão, em como encontrar um lugar barato para passar as férias, em como ajudar seus pais a atravessar a velhice, em como não ser indelicada ao recusar um convite, em como ter coragem para chutar o balde, em como responder um e-mail irritante, em como esconder dos outros suas dores, em como arranjar tempo para ir ao médico, em como você tem medo de que as coisas nunca mudem e, se mudarem, como enfrentar? Você não precisa pensar em mais nada, você pediu ao gênio, e ele, camarada, atendeu. Aproveite, são apenas dois dias.

Não precisa ter opinião sobre o Lula, sobre o Alckmin, sobre a segurança do espaço aéreo, sobre a reviravolta do clima no planeta, sobre o último disco do Caetano, sobre o vídeo da Cicarelli, sobre os resultados do Brasileirão. Você está de férias de você. Não tem nem motivo para chorar. Seu amor se foi? Tudo bem. Você não pensa em rejeição, não pensa que ele tem outra, não pensa que vai surtar. Jogue fora os antidepressivos, não precisa nem mesmo passar creme anti-rugas. Por dois dias, seu humor está neutro e suas rugas se foram. Este seu olhar sereno, esta sua fala pausada… Nossa, sabia que você ficou até mais sexy?

Tudo isso é uma viagem sem sentido. Concordo. Mas vai dizer que, às vezes, acionar o pause no cérebro não lhe passa pela cabeça?

Texto de Martha Medeiros no livro Doidas e Santas

Bursts of Creativity #sorteio

Posted 09 mar 2011 — by Sabrina Mix
Category Scrap

Oi, pessoal!

Que tal um kitão de material de scrap pra deixar a gente muito feliz?

Para saber como concorrer, basta conferir as regras aqui.