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Magra? Não. Gorda em recuperação #livro

domingo, 18 de julho de 2010

Nota:

Lendo um post no blog da Sônia Costa, vi que ela indicou este livro para leitura. Curiosa que sou, fui atrás de mais informação e baixei o PDF para ler.

Gente, posso contar? O livro é muuuito interessante. Adorei! Li tudo de uma vez só.

A autora, Mirella Ciarlini, conseguiu emagrecer 35kg (não sem muita determinação e esforço, é claro!) e conta para nós todos os percalços de sua trajetória.

Vejam abaixo uma matéria sobre o livro.

Dividido em 18 capítulos, a obra, de 127 páginas, inicia com a frase de impacto: “Sempre fui como toda gorda. Nunca quis ouvir uma palavra sobre ter engordado” e traz diversas lições e tiradas engraçadas que só quem já esteve acima do peso vai entender. Minhas preferidas foram essas:

Nunca perca tempo discutindo sobre dieta com um magro. É pior que discutir religião, futebol e política.

Imaginem ajudar alguém que está se sentindo péssimo, feio, excluído dizendo que é só ter força de vontade que ele sai dessa? (…) Conseguir emagrecer é muito mais complexo do que apenas querer.

Só existem duas ocasições em que o gordo se pesa e está mais magro: quando acaba de fazer uma dieta, ou quando adoece. Isso se for uma doença muito braba. (…) Se for só uma doençazinha à toa, vamos ser sinceros, perdemos o ânimo, a paciência, a disposição… o apetite, nem pensar.

Engordamos 5 quilos e vamos ter que começar tudo de novo. Nessa hora, marcamos a dieta para segunda, adiamos para a outra segunda e, enquanto segunda não chega, largamos o pau a comer porque é despedida. Demora, mas chega o dia. Pesamo-nos de novo porque achamos que essa segunda vai dar certo. Meu Deus! Os cinco quilos já não são mais cinco.

Nós, gordos, somos pior do que mulher grávida. Passamos a vida desejando as coisas.

Não conheço nenhum gordo que seja muito exigente com comida. Podemos até reclamar que está ruim, mas no final limpamos o prato.

Outro problema fora de controle que precisamos aprender a policiar é parar de pedir um pouco ou um pedaço de qualquer coisa que qualquer pessoa esteja comendo ao nosso lado. Só para experimentar. (…) Experimentar que nada. Queremos é comer mesmo. A parte de pedir um pouco ou um pedaço é só porque sabemos que a pessoa não vai dar tudo mesmo.

Somos o que pensamos. Deve ser por isso que a nossa afirmação preferida é “comer é bom demais. Existe no planeta alguém que consiga emagrecer, mudar os hábitos alimentares, ou qualquer outra coisa nesse sentido com um pensamento desses comandando todo o seu dia?

Comer e engordar, é só começar.

O mais difícil para nós, gordos, é que, enquanto os alcoolatras podem se privar do álcool para o resto da vida, nós continuaremos comendo para poder viver. Vamos ter que aprender a ver e não comer, mesmo quando estivermos “magrinhos”, senão volta tudo de novo.

Consciência, disciplina e determinação pelo resto da vida ou os quilos de volta. Quem é gordo não tem outra escolha.

No final do livro ela ainda trás para a gente OS 16 MANDAMENTOS DO GORDO EM RECUPERAÇÃO.

Enfim, é um livro para se ter na cabeceira. Quer você precise perder 5 ou 50kg. Só não gostei muito das ilustrações, por isso perdeu uma estrelinha na minha avaliação.

Para saber mais sobre o livro e baixar o PDF, basta clicar aqui.

Sex and the City 2 #filmes #cinema

domingo, 11 de julho de 2010

Nota:

Quando assisti o primeiro filme baseado na série de sucesso da HBO, Sex and the City, estava super empolgada e achei a película simplesmente brochante.

O filme era arrastado e dramático, e em nada lembrava a vibração e o humor das personagens da série. Para mim, foi um fracasso.

Mas eis que agora eu queimo a minha língua. O segundo filme é simplesmente um loosho! Bem humoradas e leves como na série, Carrie, Samantha, Miranda e Charlotte voltam com tudo.

Um filme “de mulherzinha”, mas pra marmanjo nenhum botar defeito.

Depois de assistir, só conseguia pensar em uma coisa: “Quero ser Carrie!

E pra demonstrar o quanto eu gostei, trago 2 trailers pra vocês!

P.S.: Existe até um trailer interativo. Você pode clicar nos objetos em cena e aparecem informações a respeito deles logo abaixo da tela. Não deixem de conferir!

No rastro da bala #filmes #resenha #cinema

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Nota:

O pior filme dos últimos tempos, da última década.

Minha nossa, nunca vi um filme tão ruim na minha vida. Nem a presença do gatíssimo Paul Walker consegue segurar a trama. Roteiro fraco (fraquíssimo) e reviravoltas dignas de Sinais (o pior filme dos últimos tempos, da década passada). Tudo muito fraco e vazio.

No início do filme, tenta-se prender a atenção do espectador com uma cena sensual digna de Cine Privê, totalmente desnecessária e apelativa.

Não vale a pena nem sentar para assistir.

Um Homem Sério

domingo, 18 de abril de 2010

Nota:

“Quando tudo está perdido, sempre existe um caminho”, já diria A Legião Urbana em A Via Láctea, e é bem isso que temos a sensação ao assistir a esse filme dos irmãos Cohen (diretores do hilário Matadores de Velhinha, que já analisei aqui).

O filme é uma comédia, mas não estranhe se você não rir. É que é tudo muito sutil e quase beira o drama. Na verdade, a frase que deveria ilustrar este post é: “Não há nada tão ruim que não possa ser piorado”.

A película conta com um humor inteligente, nada escrachado e bastante incisivo. Vi gente saindo do cinema e outras pessoas que simplesmente não esboçaram sequer um meio sorriso. Sim, eu fico olhando as pessoas no cinema!

Algumas situações são tão absurdas que não tive como não cair no riso, como a cena do Bar Mitzva do filho do protagonista. Mas  é daqueles filmes que cada um que assiste tira sua própria conclusão. Eu gostei, mas não sei se deveria recomendar. Quem se arriscar a ver, é por sua conta e risco.

Te amarei para sempre

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Nota:

Ontem assisti a esse filme com meu namorado. Gente, que injustiça a tradução do título para o Português. Ficou muito título de filminho-água-com-açúcar. O que este filme, realmente, NÃO É.

Se tivessem mantido o título original (A Esposa do Viajante do Tempo) seria BEM melhor e acho que teria atraído mais público. Mas fazer o quê, não é, Sr. Tradutor?!

O filme conta a história de um casal que se conhece de forma inusitada e se reencontra diversas vezes e de diversos modos ao longo da vida. É bem interessante e divertido.

Onde vivem os monstros

domingo, 21 de março de 2010

Nota:

Max é um menino um pouco solitário, tenta se enturmar com os amigos da irmã mais velha, mas não tem muito sucesso. Revoltado, briga com a mãe e foge de casa. É neste momento que vive a aventura mais emocionante de sua vida. O filme parece meio nonsense, mas quando você se dá conta de que tudo aquilo está se passando na mente do garoto e de que cada um daqueles personagens fantásticos representa uma das emoções humanas, tudo passa a fazer sentido.

É um filme bonito e muito tocante e Max é, realmente, um rei!

Sherlock Holmes

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Nota:

Sabe quando você sente que está sendo enganado, mesmo assim disfarça pra ninguém notar que você percebeu? É mais ou menos assim que acontece com este filme.

Quem espera encontrar o bom e velho detetive inglês, com sua astúcia e seus modos de lorde, pode ir tirando o cavalinho da chuva. Sherlock Holmes (interpretado por Robert Downey Jr.) é um sujeito desequilibrado, atlético e avesso à higiene pessoal.

Sinceramente, o nome do filme é apenas um atrativo para selecionar um tipo de público, mas acaba sendo um empecilho, pois poderia ter uma quantidade de público bem maior se simplesmente não fosse associado à lendária figura do detetive londrino.

Você se sente enganado, pois o filme quase nada tem de investigação, mas ao final acaba contente por ter assistido a um bom filme de aventura.

Julie & Julia

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Nota:

O que poderia dar sentido à sua vida? Para a maioria das pessoas “cozinhar” não seria a resposta, mas foi o caminho que Julie Powell encontrou para sair do marasmo em que se encontrava e ingressar “enfim numa existência superiormente interessante”, para citar Eça de Queiroz.

A aventura, ricamente registrada em um blog, consistia em reproduzir em 1 ano, 524 receitas do livro de receitas daquela que era o ídolo de Julie: Julia Child, comparável à nossa Ofélia.

Entre receitas bem sucedidas e outras nem tanto assim, acompanhamos o cotidiano de Julie e Julia e suas aventuras culinárias. O filme é uma delícia! Super recomendo.

Michael Jackson – This is It #cinema

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Nota:

Tenho evitado ler as sinopses dos filmes que vou ver e acho que é por isso que tenho me decepcionado tanto com o que vi ultimamente. Vi um drama pensando que era uma comédia e agora isso.

Tá legal, eu sabia (pelo menos) que se tratava de um documentário, mas não julgava que fosse ser algo tão pobre.

Eu pensava que seria algo que contasse a carreira de Michael Jackson desde o início até seu fatídico fim, mas não. É apenas o making off dos shows daquela que poderia (ou não) ser a última turnê do Rei do Pop.

Nada de falar de sua infância, adolescência, nem sua trajetória até chegar a ser o mito que se tornou.

Muito bem, me arrepiei ao ouvir Billie Jean e They Don’t Care About Us. Mas foi só isso. Se foi uma obra pensando apenas naqueles que compraram os ingressos para os shows, alcançou seu objetivo. Mas eu esperava bem mais, ou melhor, acho que MJ merecia bem mais.

P.S.1: Reparem que não existia qual-quer atitude racista de Michael para com as pessoas negras. Aliás, quase toda sua equipe era negra. Essa história de que ele queria ser branco é realmente uma lenda. Ele era negro, sempre foi negro e, independente da cor de sua pele, se via como um negro. “I’m not going to spend my life being a color”

P.S.2: This Is It termina quando Michael fala que temos 4 anos para concertar o mundo ou será irreversível. Será alguma referência a 2012?

UP – Altas Aventuras

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Nota:

upO filme (uma ótima animação dos estúdios Disney + Pixar) conta a história de Carl Fredricksen. Quando menino, Carl sonhava em ser um aventureiro e até encontrou alguém que compartilhava de seus desejos, a adorável Ellie. Mas o passar dos anos e a vida atribulada fez com que esses dois sonhadores se perdessem de seus objetivos e acabassem levando uma vida pacata. Após a morte de Ellie, Carl se vê sozinho e, sob a ameaça de ser mandado para um asilo, decide fazer a última aventura de sua vida: viajar com casa e tudo para o lugar que ele e Ellie sempre sonharam conhecer: o Paraíso das Cachoeiras, um lugar perdido na América do Sul.

Só que Carl não contava que fosse passar por tantas confusões e apuros na sua jornada em sua casa flutuante (impossível não se lembrar do fatídico episódio do “padre voador”).

Realmente, o filme é 100%. A parte em que ele folheia o “Livro de Aventuras” de Ellie mais pro final do filme é simplesmente e-mo-cio-nan-te. Confesso que chorei. Mas o filme é mais alegre do que triste, viu?! Vale muito a pena embarcar nesta aventura!

P.S.: Tente identificar quem é o humorista brasileiro que fez a dublagem do personagem do velho e ranzinza Carl Fredricksen.

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